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Alunos valorizando as experiências culturais

E. E. B. Otilia Ulyssea Ungaretti

A Escola de Educação Básica Otilia Ulyssea Ungaretti, de Cerro Negro, busca valorizar a construção da identidade entre a escola e o território na qual está inserida e a diversidade de vivências, contribuindo assim para a elevação da autoestima de seus sujeitos. Em tempos de crise de vivência, mostrando a grandiosidade e necessidade dos ensinamentos que os alunos recebem nas famílias, o berço, para a formação intelectual do ser humano.
As atividades desenvolvidas estão embasadas na legislação da educação básica, que afirma o compromisso da escola em utilizar os recursos disponíveis nos espaços sociais e culturais do entorno, para assegurar uma aprendizagem significativa, onde os docentes reconheçam e valorizem as experiências dos alunos e da cultura local, que contribui para construir identidades afirmativas e restitui a condição de ambiente de aprendizagem à comunidade.
Banners demonstrando as atividades foram elaborados para expor na escola a dedicação dos alunos no ambiente de ensino e em casa. A ideia surgiu a partir da disciplina de Geografia, ministrada pela professora Isolete das Graças Ambrosio Dutra. Esses são os alunos que preservam e praticam as experiências culturais trazidas da família:
Daniela Barbosa Martins, 16 anos, aluna do 3° ano Ensino Médio, reside na localidade Linda Vista. Apaixonada pelas tradições gaúchas, sempre conviveu com a arte da fabricação do laço, ofício que aprendeu na família desde cedo. Conseguiu associar a diversão dos rodeios com a atividade econômica, contribuindo com o aumento da renda familiar, sem nunca descuidar dos estudos.
Gabriel Lipreri de Jesus, 15 anos, aluno do 1° ano Ensino Médio, reside na localidade de Beneditos.Trabalha no período em que não está na escola, com Agricultura Familiar. Entre suas atividades diárias está todo trabalho e responsabilidade com a criação de suínos, importante alternativa de renda da família.
Enéias Rodrigues de Luiz, 15 anos, aluno do 1° ano Ensino Médio, morador da localidade Beneditos. Aos 13 anos de idade aprendeu com os irmãos, que aprenderam com os tios, a arte e o trabalho com o couro, na produção do laço, atividade desempenhada no período em que não está na escola, contribuindo com a renda familiar.
Taíze Fátima do Nascimento Schneider, 16 anos, é aluna do 1º ano do Ensino Médio e reside na localidade dos Portões. Trabalha com artesanato de bichinhos em tecido, arte que aprendeu com a mãe aos 12 anos. A produção, inicialmente vendida aos amigos e parentes, hoje recebe encomendas de outras localidades, contribuindo com a renda familiar.
Ana Luisa Duarte da Silva, 12 anos, é aluna do 7º ano do Ensino Fundamental. Residente na localidade dos Portões, ela demonstra grande interesse em aprender artesanato com bichinhos de tecido. Assim, quando não está na escola dedica-se ao trabalho que aprende com a amiga Taíze, criando as peças menores, utilizadas na atividade.

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